quinta-feira, 23 de julho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Criatividade

Deste os primórdios da minha vida perguntava-me. Porque o sol ficava entre as nuvens? Como seria possivel cortar a água e não machuca-la? Dúvidas de fato idiotas, mas como seria possivel criar enormes fatos? O fato é, atrapalha saber o que se está querendo solucionar? Simples, criatividade.

terça-feira, 19 de maio de 2009

É ou num é ou num é ou num é?

"Protágoras: A verdade é relativa. É somente uma questão de opinião.
Sócrates: Você quer dizer que a verdade é mera opinião subjetiva?
Protágoras: Exatamente. O que é verdade para você, é verdade para você, e o que é verdade para mim, é verdade para mim. A verdade é subjetiva.
Sócrates: Você quer dizer realmente isso? Que minha opinião é verdadeira em virtude de ser minha opinião?
Protágoras: Sem dúvida!
Sócrates: Minha opinião é: A verdade é absoluta, não mera opinião subjetiva, e que você, Sr. Protágoras, está absolutamente em erro. Visto que é minha opinião, então você deve conceder que ela é verdadeira segundo a sua filosofia.
Protágoras: Você está absolutamente correto, Sócrates."

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Pois é...

"Eu acho que os brasileiros não estão prontos para os brasileiros." (Ciro Marinho)

terça-feira, 5 de maio de 2009

In a lose, lose situation...

"... I've broken ties with the neighborhood
Feeling like a bum in the city
Waking only to take a drink
From an empty glass of nothing good
Then sinking like a stone in the sea
Without the oxygen I need."

(Emery)

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ontem a noite

O que se pode escrever sobre o escuro?
O que se pode entender sobre o nada
O que não se pode encontrar no futuro?
Os ventos frios e amargos da estrada.

Transportes de nossos espíritos
É a água que o sangue manchou.
A lua que traz o seu brilho
É a criança que um dia sonhou.

Atos & Cronos - Abril 9, 2009

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Início e início

O silêncio jamais ecoa num labirinto entre palavras de intolerância. Vitimas de temores, gritos sufocados e falatórios. Uma questão, a morte a cerca. Mas ela, a morte, sempre esteve presente desde o início de tudo, então já faz parte de um sentido. Então como castigar esses falsos inconscientes que agridem sua moral, sua familia, seus reflexos, sua sombra, seus maiores graus de amizades? A dura tardia de palavras. Como assim? A defesa própria. O calar de suas palavras e ouvir em silêncio, pois um fato chamado justiça se manifestará. Um momento caroloso, muito hostil, pois o tempo muda. Ele se adapta ou se desenvolve para um fato mais constrangedor e devastador. Uma humilhação mental, o descontrole dos servos, o desespero. Depois o silêncio.